terça-feira, 16 de junho de 2009

Uma rapidinha...

Música legal. Simples assim.

Beautiful (Akon feat. Dulce María)

Procure.

" Quiero que me ames Más, más, más/ Y no quiero que me digas Bye, bye, bye/Sólo quiero que me ames más, más, más..."

hasta la vista, baby!

terça-feira, 2 de junho de 2009

E está chegando a final!!


É necessário confimar presença pessoal! Através desse email ae da imagem! É só clicar nela para poder visualizar melhor...
Compareçam!

terça-feira, 19 de maio de 2009

Não perca! Nos próximos capítulos...

Você lerá:

- Morte e afins: Cemitérios e mensagens póstumas virtuais
- Limpeza!
- Estratégias de Marketing: revista compre bem

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Impotência

Impotência é a pior coisa do mundo.
E não estou falando de impotência sexual (a respeito dessa prefiro não comentar, porque fugiria do meu foco com essa palavra - envolveria aspectos psicológios, fisiológicos, biológicos e etc etc).
Enfim... voltando à nossa impotência.

É horrível se sentir impotente frente à algumas coisas no mundo. Que não podemos mudar. Que não tem como atingir.
Impotente em relação àquela pessoa que você...
Impotente em relação àquele amigo idiota que você enviou um e-mail urgente e esse merda não te responde...
Impotente em relação ao preconceito das pessoas.
Impotente com a sua preguiça.
Impotente.
Fora do controle.

Mas pra tudo há um jeito.
Há a possibilidade de arriscar a pele pra nada.
Há a possibilidade de esperar.
Há a possibilidade de discutir, persuadir...
Há a possibilidade de começar a agir.
Há.

É, não é tão terrível assim...
Será?

M de Moda!




Estudantes universitários do estado de São Paulo interessados em atender as demandas ainda não exploradas do público com deficiência inscreveram-se no Concurso Moda Inclusiva, coordenado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Patrocinado pela Universidade Anhembi Morumbi, em parceria com Pense Moda, Vicunha e as principais faculdades de moda de São Paulo, o concurso Moda Inclusiva instigou os estudantes da área a apresentarem propostas de vestuário adaptado que atendam às necessidades e demandas das pessoas com deficiência. O objetivo é promover a discussão no meio sobre a necessidade de se pensar e fazer moda que respeite a diversidade. As premiações incluem estágio remunerado na empresa Vicunha, livre acesso no evento Pense Moda e credenciais do São Paulo Fashion Week (SPFW). Os 20 participantes pré-selecionados - apoiados com tecido para a confecção da roupa - participarão de um desfile em junho. Uma banca julgadora composta por profissionais premiará as três melhores apresentações em um desfile.
Confira, abaixo, a lista dos 20 classificados.
104 - look 1 - Brunna Novo do Val
112 - Ana Christina Gabos Colombo
121 - look 1 - Stela Dias Fernandes
121 - look 2 - Stela Dias Fernandes
123 - Valéria Santos Porfirio
127 - look 1 - Renata Fambelio Gomes Mariano
127 - look 2 - Renata Fambelio Gomes Mariano
135 - Elisa Quinteros de Souza
140 - look 1 - Bárbara Tornai Tella
140 - look 2 - Bárbara Tornai Tella
146 - look 1 - Larissa Carrasco Cézar
146 - look 2 - Larissa Carrasco Cézar
153 - look 2 - Elenilda Duque de Souza
160 - Tammy Takahama Augustaitis
161 - Raissa Silva Paz
165 - look 1 - Laiane Lira Santos
165 - look 2 - Laiane Lira Santos
165 - look 3 - Laiane Lira Santos
167 - look 1 - Julia Harumi Sato
167 - look 3 - Julia Harumi Sato








É a Moda. Sem limites. Sem fronteiras.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Arquitetura

Vivemos numa cidade perdida.
Perdida em seus sonhos, perdida em seu passado renegado.
A cada tentavida de se auto-afirmar como a cidade globalizada
eles estão lá. Lindos. Cinzas. Alguns esquecidos.
São eles.
Muitas vezes, estragados por lojas em seu vão superior... por vandalismos.
Triste.
São eles, os vários e lindos prédios de uma arquitetura de outrora. Mas estão lá, pra inspirar os poetas de alma, pra lembrar de um passado importante. Pra lembrar que, ainda somos gente.

A wish

Hoje pelo centro da nossa capital paulista realizei um desejo.
Bem simples.
Enfim, criei coragem e comi um churrasco grego. Mas voilà, eu comprei nas barraquinhas do Parque D. Pedro. Lá é mais disfarçado e não tem os gatos amarrados ao lado da churrasqueira. Apenas para me livrar do peso da consciência... e de mamãe dizendo: Tá comendo besteira na rua??
Incrível. Como as coisas da rua são tão gostosas e nos fazem tão mal. Eu particularmente tenho uma caída por comida de rua. Mas aê gente, tem aquele limite que a gente chuta o balde, acalma as lumbrigas e diz: Não compro!! Que nojera!